terça-feira, 5 de novembro de 2013
Saramago para Ondjaki
O escritor angolano Ondjaki foi galardoado com o Prémio Literário José Saramago 2013, pela obra Os Transparentes:
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Um jovem parceiro da edição fala de capas
E, fazendo-o, fala de si - como todos nós fazemos. Aqui.
E «empurrou-me» para ver a sua página. (No canto do ecrã)
E «empurrou-me» para ver a sua página. (No canto do ecrã)
Em 2013 completam-se 120 anos sobre o nascimento de Almada Negreiros e 100 anos sobre a sua primeira exposição. No âmbito das comemorações em curso, nos dias 13, 14 e 15 de novembro a Fundação Calouste Gulbenkian acolherá o Colóquio Internacional Almada Negreiros, organizado pelo Projeto Modernismo…
cinemateca.PT http://www.cinemateca.pt/programacao.aspx?ciclo=317
domingo, 3 de novembro de 2013
Contracapa boa e contracapa má
Contracapa
boa:
Para
onde vão os guarda-chuvas, Afonso Cruz, Alfaguara
As capas dos livros da Alfaguara têm um
design coerente, inconfundível e, na minha opinião, muito bem conseguido. Essas
qualidades estendem-se às contracapas. Um dos exemplos mais recentes é o do
último romance de Afonso Cruz, Para onde
vão os guarda-chuvas.
Esta contracapa é constituída por três blocos
de texto diferentes, na forma e no conteúdo, mas todos eles com potencial para
atrair o leitor. O primeiro bloco enumera o currículo do autor em termos de
prémios literários conquistados. Poderia ter-se optado por referir algumas
obras anteriores de Afonso Cruz ou por colocar citações elogiosas de críticos
ou de outros autores, mas esta solução parece-me bastante razoável. O segundo
bloco de texto, em itálico, é um excerto do livro, nomeadamente aquele que
explica o (estranho) título do mesmo. O terceiro bloco resume o romance e
enumera as suas personagens mais importantes.
Tudo somado, considero este um bom exemplo de
uma boa contracapa. Tendo em conta a velocidade da vida moderna, talvez os
textos, nomeadamente o último, pudessem ser um pouco mais curtos, mas não me
parece que a sua extensão seja exagerada. E a mancha gráfica funciona bem.
Contracapa
má:
Memória
de Elefante, António Lobo Antunes, Dom Quixote
As contracapas dos livros de António Lobo
Antunes são constituídas exclusivamente pelo nome do autor e pela listagem de
todas as obras por ele publicadas, por ordem cronológica. Nessa listagem, a
obra em questão é destacada, utilizando uma cor diferente – neste caso
grafando-a a preto enquanto as restantes surgem em branco.
Na minha opinião, esta é uma contracapa que
só pode existir graças ao prestígio e à idiossincrasia do autor. Além de nada
revelar sobre o livro em causa, exceto a ordem em que surge no conjunto da obra,
é uma contracapa que rapidamente se desatualiza. Por exemplo, esta é uma edição
de 2008 e desde então António Lobo Antunes já lançou uma mão-cheia de novos
títulos.
Em suma, é uma contracapa que pode resultar
por ser de um livro de quem é, mas que dificilmente pode ser utilizada como
modelo para a feitura de contracapas da maior parte dos livros e da maior parte
dos autores.
sábado, 2 de novembro de 2013
Mia Couto distinguido com prémio internacional de literatura Neustadt
O escritor moçambicano Mia Couto foi distinguido com o prémio internacional de literatura Neustadt, atribuído de dois em dois anos pela Universidade de Oklahoma desde 1970, no valor de 50 mil dólares (37 mil euros).
http://www.publico.pt/cultura/noticia/mia-couto-distinguido-com-premio-internacional-de-literatura-neustadt-1611149
http://www.publico.pt/cultura/noticia/mia-couto-distinguido-com-premio-internacional-de-literatura-neustadt-1611149
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